terça-feira, 15 de julho de 2014

E em Maria Santa - por uma solidária vida



No rincozito chamado Pachamama, chega desde as comunidades tribais o resgate de uma cultura de troca e de interdependência justa com a existência. Artesãos, pescadores, agricultores, catadores, trabalhadores de todos os jeitos, experimentando o seu ser social no mundo através de um trabalho muito mais justo, igualitário e fraternal.
Siiii, se puede, e o conhecimento de povos ancestrais a nos ensinar, dos abuelos que intercambiam, de uma moeda reinventada, do trabalho coletivo e de produção comum, renasce a economia solidária como bandeira de luta de um sistema pós-capitalista.
Pelo Brasil todo e pelo mundo, a esperança de um trabalho que é de todos, sem hierarquias, o empreendimento é autogerido, e o respeito à natureza como elemento fundamental pelo que ela nos dá.
E o ensinamento perpassa coletivos populares, estudantis e de trabalhadores que já questionam as leis do mercado. As universidades abrem caminhos, seques por onde a política estudantil e de consciência navega como uma borbulha revolucionária. “E os professores me perguntam, o que é economia solidária? E eu digo senta aqui que vou te contar uma história” Por que neste universo saltitam utopistas, visionários que se alimentam de uma identidade a ser recriada a todo instante, porque não somos, estamos sendo.
E continuando a brincadeira do ano passado, a Associação Pachamama participará da maior feira de economia solidária da América Latina, em Santa Maria. E a Irmã Lurdes liga: “Ué, ces não vão participar?” Sim, irmã...E no sábado estaremos por lá com a turminha de Santa Maria, na feira, às 10h.
“Meditação como prática revolucionária para a Paz”

E o que a Economia Solidária, a Revolução e a Meditação tem a ver com Nação Pachamama? Tudo! Subi-te neste barco, negrita, e vamos a construir este novo mundo.

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