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terça-feira, 8 de julho de 2014





Apagar tudo e começar do zero
Tamanha sede do nada e do reencontro que me encontro
Passear por entre as alamedas de minha alma
Alinhar meu destino, sem interferência
Só eu e minha essência

Chega de dizer o que dizem que tenho que ser
Eu me encontrar saboreando apenas o vento da paisagem e da poesia
E na tua língua passear por entre as palavras ditas

De tanto sonhar por uma humanidade liberta
Meu corpo se desfaz em mil pedaços
Minhas emoções saltitam de um lado ao outro
E minha mente diz que tem que seguir, apenas seguir
A alma grita e sente, e quer paz

Já não sei quem sou e onde estou
Será que um dia já achei-me em mim mesma?


Bem que eu queria experimentar como transformar o mundo sendo eu 

domingo, 8 de junho de 2014

Poesia que te quero minha
Tão sutil, tão incerta
Anuncia o dia e dá asas às trombetas

Inspiração de borboleta
Olhos serpenteiam a nação recém-chegada
Voa uma flor
Amor em canção

Como em palavras definir  tal revolução?
Não acabada. Ainda não realizada?
Latente em experimentação ardente
Invisível na massa com atadura
Amassa lentamente o sistema vigente

E cria uma não-estrutura
Porque a poesia é livre
E o coração anseia brandura

E se a poesia fosse a voz que dança
no íntimo?
 Que anuncia o dia

E anela mudança com ritmo